Estátua dos Longuinhos e Banco Glorieta

Estátua dos Longuinhos

e Banco Glorieta

À saída do funicular, damos de caras com a estátua equestre do S. Longuinhos ou Longino, centurião romano comandante dos soldados que levaram Cristo ao Calvário e, posteriormente, convertido ao cristianismo, ou então, regressando ao terreiro de Moisés, subamos, para o lado oposto, os degraus, e desviemos a caminhada pela esquerda em direção à estátua de São Longuinhos, mártir do século I. Diz-se, que rasgou a ilharga de Jesus com uma lançada. Converteu-se depois da Paixão e sofreu o martírio em Cesareia.

Este monumento a um soldado de avantajada estatura, assente em rocha granítica da região, com um grosso e alto pedestal, armado de lança, morrião e escudo, montando corpulento ginete, foi oferecido, em 1819, pelo Dr. Luís José de Castro Gomes do Couto, em cumprimento de um voto.

Recai sobre esta estátua uma lenda que diz: «menina solteira que, em recolhido silêncio, der três voltas em seu redor, no prazo de um ano passará ao rol das casadas».

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Bem perto, em patamar intermédio, situa-se um banco em pedra, em granito da região, da autoria de António Ferreira Lopes, com a inscrição «ao Arquitecto Carlos Amarante no segundo centenário do seu nascimento 1748–1948», mandado construir pela Confraria do Bom Jesus, em 1948.

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O Bom Jesus do Monte, referência incontornável.