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Casa do Fresco

Casa do Fresco

Uma das joias primorosas do Bom Jesus e um mimo da arquitetura histórica. Situa-se precisamente numa das alamedas do parque, em simbiose com a natureza, num plano superior e nas traseiras do templo, também denominada de Gruta Barroca.

Era uma fonte onde se buscava a frescura, outrora pertencente ao jardim do antigo paço de D. José de Bragança. Obra saída do génio de André Soares, construída em 1751, e trazida para o Bom Jesus no ano de 1919. A decoração exuberante, com um excesso de concheados assimétricos plantados no solo, confirma a excelência do estilo rococó.

Tem uma cobertura em forma de baldaquino. A sua integração com a natureza envolvente confere-lhe uma particular monumentalidade, onde a arte, a fé e a natureza se fundem num enlace difícil de repetir.

É uma festa de motivos florais e conchas cobrindo praticamente toda a superfície das colunas, cornija e cobertura.

Perfila-se, juntamente com a igreja de S. Maria Madalena da Falperra, como o exemplo máximo, como a obra-prima do genial artista bracarense.

Esta obra tem no seu interior a fonte e a estátua de Hércules.

Esta fonte é alegorizada pela figura grosseira de um homem de estatura menos que mediana, com o braço direito levantado em ação de descarregar pesada massa, e a cavalo de uma hidra que lança água pela boca e ouvidos, segundo descrição de Forjaz de Sampaio Pimentel.

Hércules simboliza a vitória e a dificuldade da supremacia da alma humana sobre as suas fraquezas. A hidra que Hércules – identificado com o Cristo ressuscitado – domina e mata, completa este simbolismo, pois é o animal que se representa como símbolo de todos os pecados.

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O Bom Jesus do Monte, referência incontornável.