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Fonte das Cinco Chagas

Fonte das Cinco Chagas

A fonte das Cinco Chagas ou fonte das Cinco Correntes foi construída pelo mestre Diogo Soares, em 1744, assumindo-se como porta de entrada no escadório dos cinco sentidos. Vem substituir a primitiva Fonte dos Sete Castelos (por ostentar os sete castelos do brasão de D. Rodrigo de Moura Teles).

Ultrapassados alguns degraus somos surpreendidos com o elegante frontispício da fonte, introduzida entre quatro cunhais de boa cantaria.

A fonte das cinco chagas de ornamentação rocaille, encerrada num escudo, lança filetes de água cristalina por cinco aberturas em forma de chagas numa taça ou concha de granito, com espaldar volutado e ornamentada, em relevo, pelos instrumentos da paixão de Cristo: cálice, cordas, azorrague, coroa de espinhos, martelos, alicates, dados, açoutes, túnica, recipiente de vinagre, rematados por uma cruz.

De um escudo, em forma de brasão, saem cinco pequenas aberturas que correspondem às cinco chagas do corpo de Cristo. Dessas cinco bicas, jorra água para uma taça ou concha de granito, levantada num pataréu com dois degraus.

Na fonte destaca-se por cima do retábulo a epígrafe: «PURPUREOS FONTES ODIUM RESERAVIT ADOXUM NUNC IN CHRISTALLOS HIC TIBI VERTIT AMOR», traduzida por: «Rubras fontes abriu o ódio amargo, para ti agora o amor aqui as converte em cristais».

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O Bom Jesus do Monte, referência incontornável.